Os 5 desafios das equipes, mapas de navegação, estilos de liderança e coragem para liderar
Como 40 líderes passaram 4 meses ampliando repertório e prática para liderar a si, as pessoas e o negócio, em uma Academia de Líderes construída de perto com o DHO.
Para a Fluxus, desenvolver liderança não é simplesmente colocar líderes em uma sala para consumir conteúdo. A Academia de Líderes é uma jornada estruturada para instrumentalizar quem lidera: ampliar repertório, desenvolver consciência sobre a própria atuação e transformar conhecimento em ferramentas e práticas aplicáveis à rotina.
A jornada parte de três dimensões que se complementam:
Primeiro, o líder olha para si: seus comportamentos, emoções, escolhas e formas de atuação. Depois, amplia sua capacidade de conduzir pessoas, construir relações e desenvolver confiança nos times. Por fim, conecta sua atuação ao negócio, aos projetos, à mudança e aos resultados.
Essa estrutura é uma base. O que acontece dentro dela é construído a partir da realidade de cada organização.
Por isso, a Academia combina conteúdo, reflexão, troca, ferramentas, estudos de caso e aplicação, em diferentes formatos de experiências de aprendizagem. A metodologia é estruturada, mas ganha o contexto, a linguagem e os desafios de cada cliente. Foi assim que aconteceu na MED-Review.
“Somos empresas falando a mesma língua.”Stella Bolibio · Coordenadora de RH, MED-Review
A relação começou antes mesmo do contrato: em março, a Coordenadora de RH, Stella Bolibio, participou da formação gratuita de Liderança Feminina da Fluxus e encontrou uma metodologia que conversava com o momento da empresa.
No kickoff da Academia de Líderes, uma pergunta abriu os trabalhos: O que é ser líder para você?
As respostas giravam em torno de um ideal: inspirar, direcionar, ser exemplo.
Quatro meses depois, a mesma pergunta teve outra resposta.Entre uma e outra, houve uma jornada construída a partir do que a MED-Review já era e do que precisava fortalecer.
A empresa, que atua com educação médica e produtos digitais, não começou esse caminho do zero. Criada por fundadores com profundo conhecimento de educação médica e em busca de repertório de gestão, já tinha valores bem definidos, cultura de feedback, CNV, PDI e uma área de DHO que começou o projeto ouvindo as pessoas, com o primeiro termômetro de engajamento da empresa, aplicado no início de 2026.
Tinha, sobretudo, líderes que conheciam o negócio por dentro, vindos de trajetórias diversas: do mercado corporativo ao crescimento dentro de casa.
Da escuta do DHO nasceram três perguntas que deram direção à jornada:
O desafio não era começar do zero. Era ampliar o repertório e criar uma linguagem comum para que diferentes trajetórias pudessem liderar na mesma direção, de acordo com os valores da empresa.
“Antes de ser líder de alguém, a gente tem que ser líder da gente mesmo.”Stella Bolibio · Coordenadora de RH, MED-Review
As três perguntas deram contornos à jornada.
Ao longo de quatro meses com 22h de formação prática, a jornada combinou workshop presencial, aulas, estudos de caso ao vivo e um encontro de encerramento.
Os 5 desafios das equipes, mapas de navegação, estilos de liderança e coragem para liderar
Autoconhecimento e inteligência emocional; como organizamos o mundo, a partir de mapas de navegação e vieses inconscientes; Teoria U e níveis de escuta; pipeline da liderança
Gestão de equipes na prática; comunicação não violenta; feedback ECHOS; Plano de Desenvolvimento Individual
Pensamento sistêmico e a importância das relações; organizações e estágios de crescimento; gestão da mudança; cultura ágil e sucesso do cliente
Um encontro por módulo para discutir os conteúdos a partir de situações reais de liderança, considerando os desafios de cada nível em grupos separados.
Os 5 C's da Liderança Consciente — comunicação, clareza, cuidado, coerência e coragem —, participação do CEO e do Diretor de Operações, depoimentos de participantes e professores, certificações e premiações
O conteúdo não ficou restrito aos encontros. Os participantes também tiveram 90 dias de acesso estendido aos conteúdos, permitindo retomar os materiais e revisitar os aprendizados depois da jornada.
O DHO ainda criou quatro selos de certificação, conforme a dedicação de cada participante: Bronze (Essencial), Prata (Prático), Ouro (Executivo) e Diamante (Master), que foram aplicados também aos certificados de formação, entregues no final da Academia.
A jornada foi posicionada na baixa temporada de vendas, preparando os líderes para a Black Friday da empresa, em outubro.
A escolha conectou o desenvolvimento ao calendário do negócio e ao momento em que novas ferramentas e estruturas poderiam ser colocadas em prática.
Como escreveu a Head Comercial:
“Preparação é um dos pilares de uma estratégia bem executada.”Natália Assumpção · Head Comercial
O ponto de chegada da Academia não foi o último encontro.
No encerramento, voltamos à pergunta do kickoff: o que é ser líder para você?
A resposta já não estava apenas nos atributos idealizados de um bom líder. O centro havia se deslocado para a capacidade de manejar conscientemente a própria atuação, com autogestão emocional, escuta ativa e estratégia traduzida em ação.
Na leitura do DHO, um dos sinais percebidos depois da jornada foi a redução do escalonamento de decisões: situações passaram a ser resolvidas dentro das próprias áreas, com menos necessidade de chegar à liderança sênior.
Mas os aprendizados também começaram a aparecer de outras formas.
Em paralelo à Academia, o DHO criou a Escola de Pessoas, levando os temas trabalhados na jornada para dentro das áreas. Desde junho, já são 39 pessoas certificadas.
Para o DHO, a formação passou a representar uma capacidade instalada: um motor de desenvolvimento contínuo que segue funcionando dentro da própria empresa.
Por decisão do DHO, analistas e especialistas com potencial de sucessão, identificados no 9-box, participaram ao lado de heads, gerentes, supervisores e coordenadores.
A intenção era criar uma linguagem comum também entre quem já ocupava posições de liderança e quem estava sendo preparado para os próximos passos.
“A gente precisa ter quem está em potencial de sucessão falando a mesma língua que o líder.”
Coordenadora de RH, MED-Review
Na área comercial, os aprendizados entraram diretamente na rotina.
As duas coordenações passaram a levar os temas da Academia para as reuniões semanais com seus times, transformando os encontros em espaços de troca e desenvolvimento.
A Head Comercial, Natália Assumpção registrou esse movimento no Med Reconhece, canal interno de reconhecimento da MED-Review:
“Os ganhos já são visíveis na operação. Nossas duas coordenações passaram a se posicionar ainda melhor a partir dos conhecimentos adquiridos, especialmente nas discussões sobre pipeline de liderança. Além disso, os aprendizados da Escola de Pessoas ganharam espaço na nossa rotina: semanalmente, as lideranças compartilham e discutem os principais insights com o time, promovendo trocas muito ricas e transformando conhecimento em prática.”Natália Assumpção · Head Comercial
Na tecnologia, uma área de perfil muito técnico, o próprio gestor contou ao DHO que a Academia estava ajudando o time a “sair do casulo” e a se comunicar melhor.
No encerramento, um ranking de engajamento acompanhado pelo LMS reconheceu a área, o líder e o colaborador mais engajados. A área comercial ficou entre os destaques, assim como um líder e um colaborador da tecnologia.
O reconhecimento também voltou para o desenvolvimento: os premiados receberam auxílio-educação para investir em 2027, além de um livro “Carreira não é sorte, é Ação” da Fluxus.
Mais da metade dos participantes, chegou aos níveis Ouro e Diamante, que exigiam 100% das aulas e participação em ao menos dois encontros ao vivo.
1º lugar: Time Comercial.
Livro Fluxus e auxílio-educação de R$ 2.000 para até 3 integrantes investirem em formações em 2027.
1º lugar: Tiago, da área de Tecnologia.
Livro Fluxus e auxílio-educação de R$ 2.000 para até 3 integrantes investirem em formações em 2027.
1º lugar: Fred, da área de Tecnologia.
Livro Fluxus e auxílio-educação de R$ 2.000 para até 3 integrantes investirem em formações em 2027.
Esse é o principal movimento da jornada: o desenvolvimento não terminou quando a Academia acabou.
Ele começou a aparecer nas reuniões, nas decisões, nas conversas entre líderes, na preparação de sucessores e na própria capacidade do DHO de levar os temas para dentro das áreas.
A mesma língua que começou na Academia passou a circular pela empresa.
“Foi uma parceria estruturada no propósito relacional de ambas as empresas, em que a Fluxus fez sentido no nosso cenário, trazendo ferramental, apoio e condução. Trouxemos a Fluxus como parceira de negócios para a área relacional, vivencial e formativa, que conversa com os nossos valores: conexão, acolhimento, desenvolvimento e transformação.”Stella Bolibio · Coordenadora de RH, MED-Review
A gente constrói junto uma Academia de Líderes que parte de uma metodologia estruturada, mas ganha a linguagem, os desafios e o contexto da sua organização.